Contracepção é o ato de evitar a gravidez. Os métodos desse controle incluem medicamentos, procedimentos, dispositivos e comportamentos.

Alguns métodos, como os preservativos, são facilmente encontrados em farmácias. Já outros métodos, como pílulas que exigem prescrição médica, requerem uma consulta médica.

Nos dias atuais, as mulheres buscam mais por métodos que não sejam apenas a pílula por medo de acabarem tendo trombose.

Pode ser que que haja uma relação do medicamento com essa condição, porém nada comprovado, e o risco é muito menor que o que se acredita.

Segundo alguns estudos, as pílulas anticoncepcionais desequilibram o sistema circulatório, propiciando a criação de coágulos e por consequência a trombose.

Vale salientar que, nem todas as pílulas elevam o risco do aparecimento de trombose. Com exceção as do tipo “combinado”, que tem os derivados do estrogênio associados a outro hormônio.

As chances de uma mulher contrair é considerada muito pequena, porém as que apresentam outros fatores de risco devem evitar as seguintes pílulas, consideradas associadas: Selene, Diane, Allestra, Belara, Ciclo 21, Level, Stezza, Mercilon, Microvilar, e Siblima.

Essas são algumas pílulas que podem aumentar o indício da doença, de acordo com estudos, mas ainda não se sabe uma posição totalmente confiável diante destas suposições.

VALE LEMBRAR que o artigo tem apenas caráter informativo, e JAMAIS substitui a prescrição de um médico profissional. Qualquer dúvida, procure seu médico.

Compartilhe com seus amigos nas redes sociais!
Compartilhe com seus amigos nas redes sociais!