Espécie de golfinho sem nadadeira dorsal é encontrada, veja como eles vivem.

O golfinho-liso-do-sul é um golfinho cetáceo, são pertencentes às famílias delfinídeos.

Mesmo sendo diferente de seus parente não apresentando nadadeiras dorsal ele mantém a marca de ser um dos golfinhos mais rápido do mundo, podendo chegar até 40 quilômetros por hora, mergulhando a grandes profundidades e saltando até 5 metros acima da água.

Em 2018 biólogos chilenos realizava uma expedição pelo estreito de Magalhães e encontraram 5 golfinhos diferentes que nunca tinha sido visto naquela região (golfinholiso-sul).

Características do golfinho-liso-do-sul:

O golfinho do Sul são seres mamíferos e também podem ser chamados como golfinho liso, eles são ododento cetáceo e carnívoro, vivem no hemisfério sul, próximo à Antártida, não são vistos com frequência por ser velozes e evasivo, podem viver de 20 a 30 anos e dão à luz um filhote de cada vez, vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto entre eles como com outros animais e humanos, seu comprimento pode chegar até 3 metros pesando um pouco menos de 100 quilos, seu focinho é achatado, cabeça tamanho médio e as barbatanas laterais são arredondadas. a parte inferior de seu corpo, as barbatanas e a cabeça são brancas. A parte superior de seu corpo e a barbatana traseira são pretas, lembram bastante uma orca.

No começo de 2018, uma equipe de biólogos foram até o Oceano Atlântico por volta da região do estreito de Magalhães para medir alterações provocada na geleira pelo seu derretimento.

Até que o pesquisador Marco Pinto-Torres avistou vagando pelos mares algo que lhe chamou muito a sua atenção, logo ele tirou uma foto e passou para outro especialista que confirmou ser o golfinho-liso-do-sul vagando por lugares distante de onde ele costuma habitar.

Com a descoberta a revista Polar Biology publicou detalhadamente o que havia acontecido.

“Imediatamente percebemos que não se tratava de um golfinho daqueles que vemos ocasionalmente, como o burrunan, a toninha ou o chileno, que são espécies mais comuns na região. Como ele não tinha barbatana dorsal, notamos que se tratava de um golfinho-liso-do-sul. Aquilo logo chamou minha atenção, por isso resolvi fotografá-lo” Marco Pinto-Torres

Também podemos lembrar que essa espécie também habita pelo litoral de São Paulo, no Brasil, a Baía de Walvis, a região da Nova Zelândia, no mar de Tasman, as ilhas Chatham e a parte do Peru.

O animal é bastante confundindo por um pinguim por ter sua cor preta e branca e também sua forma de nadar. Sua alimentação saudável consiste em peixes, polvos e lulas, por isso os biólogos não acreditam que o golfinho estivesse perdido onde foi visto.

“Foi refutada a ideia proposta por outros autores, que afirmam que a espécie chega a essas águas por um erro de rota ou quando está ferida ou perdida. O grupo observado apresentou grande mobilidade por mais de 30 minutos, se engajando em várias atividades. Eles foram novamente vistos 45 dias depois em outra área” Marco Pinto-Torres

O que você achou da descoberta? Já conhecia o golfinho-liso-dosul?